quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Do que adianta cortar os pulsos se o mal que quero sangrar guardei em meio aos meus seios? “Te veo toda”, dijo él, pero ahora yo ya no me veo; no me encontro. ¿Dónde estoy? E disse isso olhando fundo nos meus olhos. Qué linda, despeinada. E por um segundo acreditei que poderia ser yo, tuyo: nosostros. Não era nada. Levantei limpando os joelhos recém ralados e, me perguntando se eu gostaria de uma curita, entregou-me um livro de español casto. Para que não soube me dizer, mas sabia que era segredo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário